quinta-feira, 27 de maio de 2010

Ela não sabe o que quer. Ele não sabe quem quer. Eu não sei quem eu sou. E Deus sabe de tudo. Logo, Deus é o mais correto de todos! HAHA' LÓGICA (de BRUNO)

terça-feira, 25 de maio de 2010

NOSSO VAZIO!


O problema do vazio, é que tudo cabe nele!
Bruno Franco
- O que está cabendo dentro do seu vazio?! Pense bem nisso.
- Como você prefere prenchê-lo? Pense muito bem nisso!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Quase!

Eu juro que queria muito ter o que escrever. Escrevendo o mundo se torna menor. Menor, ele se torna mais acessível, mais humano... próximo, por isso humano. Mais aqui, no instante presente, mais no momento palpável. Menor, o mundo é mais habitável. Não há ninguém. Não há muitas coisas desconhecidas. Não há mundos possíveis, nem lógicas difusas, modais... talvez sequer haja mundo possível. Mundo presente. Cabível! Resta o sabe-se lá o que! Resta o nada de sempre. O corriqueiro desespero pelo instante que não se explica. Pelo que se explica, mas não é importante. Perdão! Eis o nada da vida: eis o nada de ninguém. O sem som, sem dom, sem nó! E o mundo se torna menor: ele está todo aqui em meus dedos!
Bruno Franco'

Analisando a filosofia!

Quando eu tinha 9 anos eu estava deitada com minha mãe no quarto dela, onde havia uma estante.
Nessa estante tinha um livro chamado "O mundo de Sofia". Eu virei pra minha mãe e disse:
-Mãe! Pega aquele livro pra mim?! Por favor mãe!
E ela disse:
-Aquilo não é livro de criança não Maísa, é muito difícil pra você.
Eu insisti mas não resolveu! Então, eu resolvi subir na bancada pra tentar alcançar a estante, e depois eu subi na estante de baixo e consegui pegar o livro e me jogar em cima da cama agarrando ele. E então, pra provar a minha mãe que eu tinha capacidade de compreensão, eu começei a ler o livro! E logo eu me apaixonei pela mãe FILOSOFIA! Um bom tempo depois eu tive a experiência de ter aula de filosofia na escola, na sétima série. Que foi quando tudo "começou". Por que lá, eu tinha meu professor pra me explicar, além de ler. E ele me disse uma vez:
- Nem na faculdade eu tenho uma aluna tão apaixonada assim.
E aí eu GAMEI de vez na filosofia!
Mas a melhor parte foi em 2010! Quando eu começo o meu ano final, eu vejo que foi criada uma lei que dizia ser obrigatória as aulas de filosofia e sociologia pro 3° ano. Aí eu PIREI! Eu fiquei praticamente louca! hahaha'
Foi quando chegou a nossa primeira quinta-feira escolar. Estavamos todos sentadinhos na lateral da quadra do LICEU* quando passa um professor da escola bem estiloso e aí eu falei assim, Você que é Bruno? E ele disse: Não sou eu não!
Tá...continuamos sentados esperando o tal "BRUNO" (tinha nome de chato, e era professor de filosofia) [não queiram imaginar a imagem que eu tinha em mente] :x!
Quando de repente vem vindo em nossa direção um garoto baixo, tinha mais ou menos uns 25 anos, tinha um piercing na sobrancelha, e tinha um estilo meio "Cazuzense" de ser.
Ele me pareceu conhecido, eu achei que o conhecesse a anos. Sensação estranha essa. Então virei pra ele e perguntei:
- Você que é Bruno?
Ele simplesmente respondeu, até com um certo ar de ignorância:
- Sou eu sim!
Tá bom. Então fomos andando até a sala de aula. Lembro que não tive uma boa primeira impressão dele. Então logo achei que esse ano seria uma desgraça em Filosofia.
Sentei na minha carteira. Olhei pra frente. Ele estava sentado na cadeira dele, com uma cara que só Bruno faz[depois eu ensino]. Ele estava muito sério, eu achei aquilo tão sem graça.
Foi quando a turma fez um silêncio mortal! Todos estavam quietos, e por um instante me passou na mente uma vontade de olhar para os pés dele. E foi o que eu fiz. Olhei um lindo ALL STAR, branco com bordinhas e cadarços azuis. Eu quase morri, vocês não têm noção, porém não falei nada. Então ele começou a falar. Ele falava tão, vivo. Tinha expressão nos olhos, e alma transparecente. E foi quando eu vi que ele era muito brincalhão, muito, inteligente e bobo ao mesmo tempo. Meu ponto de vista sobre ele mudou completamente. Ele tinha acabado de se tornar o meu novo "Admirado". Do nada aconteceu uma coisa muito estranha, o tempo fechou, ficou escuro, a nuvens encheram, e começou uma ventania de assustar. Ele começou então a aula. Mas que aula encantadora aquele ser dava. Uma coisa fora do normal.
Meus colegas começaram a falar que era o fim do mundo. O apocalipse estaria acontecendo, naquele momento? Logo naquele momento! Poxa! Não é possível. Então o pessoal insistiu tanto pra ele liberar a gente, que ele liberou. E aí eu virei e falei pra ele:
- Professor, se hoje for realmente o fim do mundo...pelo menos a gente te conheceu! xD
E agora ele é um dos meus grandes amigos. Bruno é louco de pedra, mas é por isso que as nossas conversas duram tanto! HAHA'
Eu sei que é estranho mas, eu tô achando que vou fazer filosofia.

FILOSOFIA
Por isso depois do Domingo, o dia que eu mais espero é a quinta-feira!
VALEU BRUNO! VALEU FILOSOFIA, POR ME PRESENTEAR ESSE DOIDO VARRIDO!

terça-feira, 18 de maio de 2010

02:05 da manhã.




As duas horas e cinco da manhã meu mundo acabará.
E logo, logo serei apenas um poema que ficou no ar.
Que foi escrito cedo demais,
E logo envelheceu com o tempo e com o abafado de um livro.
No qual estava, em um pedaço de papel rasgado,
Guardado dividindo duas páginas.
Que sem edição virou um rastro de poeta.
Que logo se tornou um momento irracional.
Sem ter tempo de ser levado pelo vento...
Nem parar em alguma esquina, atirado ao chão.
Dentro do livro ficou, e ali faleceu!
Não foi bem aproveitado enquanto pode.
Esquecido no meio das páginas, sem ser copiado, nem recriado.
Sem poder dar origem a outros poeminhas.
Mesmo que escritos em pedacinhos de papéis amassados,
Seriam sempre o resultado de um poema em solidão...
Um poema deixado ao alento do livro.
Que foi seu único companheiro!
Que jamais esqueceu dele...mas que mesmo lembrando,
Não podia comunicar ao "grande" ser...
Que ele estava ali guardado....
Apenas esperando ser lido novamente,
Antes de duas horas e cinco da manhã!
Maísa Haddad

Estar só!


Estar só. Para muitos é um sinal de respeito, para outros, é sinal de abandono, pra muitos outros é sinal de exclusão, e para ainda outros é sinal de união a si mesmo. Mas andei pensando no que é estar só. Pensei que pudesse ser, estar em vão, sentir em vão, pensar em vão. Pensei que pudesse ser, ser e não ser, pensar e não pensar, estar e não estar. Pensei que pudesse ser, estar onde não se quer estar, sentir o que não se quer sentir, pensar em que não se quer pensar. Porém, hoje eu descobri o que é "ESTAR SÓ". Estar só é apenas estar só, ou seja, não ter mais ninguém próximo a você. Mas se "estar só" é apenas o que é. Porque muitos ainda se perguntam o que é estar só?!

Mas quem sabe o dia em que o ser humano criará a capacidade de gravar o significado de "estar só"?! Enquanto isso eu sigo em frente, mas agora com outra dúvida que surgiu dessa. A dúvida de não saber o significado de "ESTAR JUNTO". Já que tantos estão juntos e ao mesmo tempo estão SÓS!